grito e esperneio. mordo o teu ombro. enfias os dedos na minha boca e colas-me à cama. sabe-me a sangue. mordes-me num beijo até a boca me latejar. cerro os lábios e viro a cara. tento arranhar-te e prendes os meus pulsos em dor. tentas dominar-me com o teu corpo. com a minha mama a transbordar da tua boca, sentes o metal na tua lingua. cravas os dedos nas minhas ancas e viras-me de costas. não resisto a arquear-me de rabo bem empinado. com uma mão empurras a minha cabeça contra a cama. a outra mão puxa-me contra ti. penetras-me de uma só vez sem hesitar entre gemidos. apertas a minha nádega até cravar as unhas. prendes os dedos no meu cabelo e puxas-me a cabeça para tràs. dentes cerrados, rosnas no meu ouvido
és a minha puta
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