13.11.08

um beijo roubado pelo prazer de o roubar, pelo prazer da transgressão. e já não há retorno. apertas-me contra ti, prendes-me sob o teu corpo, numa tesão incontrolável. solto as minhas mãos e solto o teu cinto rapidamente. agarro o teu sexo já tão duro, eu avisei-te que ele é meu! agora, neste instante, neste espaço somos só nós sem porquês, só porque temos vontade. empurro-te, afasto-te de mim e sorrio-te por um segundo numa troca de olhares alucinados. mergulho sobre o teu corpo, sem poder esperar mais. inspiras rápida e profundamente, susténs a respiração e fechas os olhos por um instante. desço a minha boca sobre o teu sexo, lentamente até ao fundo e subo novamente, deliciando-me a chupar a ponta carnuda. expiras num gemido, o meu cabelo preso na tua mão e olhas-me extasiado, vendo o meu prazer em lamber-te. sabes bem que adoro mamar-te. puxas-me para ti. monto-te e cavalgo-te. corpos presos, as tuas mãos cravadas nas minhas nádegas, subimos os dois numa espiral descontrolada. dedilho-me enquanto te fodo porque não aguento mais. e abandono-me, a cavalgar-te com força e venho-me no teu caralho, costas arqueadas, mãos apertam com demasiada força as grades atrás de ti, gemendo tudo o que me apetece. e vens-te na minha cona tão molhada e agora inundada, cara mergulhada nas minhas mamas que abafam os teus gemidos, dedos marcam com força a minha carne. caidos no corpo um do outro, ofegantes, beijamo-nos profundamente, satisfeitos. por agora.

E apercebemo-nos que somos observados.

10.11.08

Vou à casa de banho.

Sim, vou contigo.

levantamo-nos e afastamo-nos. sentimo-nos observadas, despidas enquanto caminhamos juntas. ele sabe. ele imagina. o olhar dele não nos larga naquele curto trajecto.

entramos na casa de banho. dois corpos apertados nesse espaço exíguo cheio de luxúria. deslizo a mão através do pescoço dela, devagar. nessa pele macia, quente e sensivel. ela fecha os olhos num arrepio, cabeça inclinada para a direita, humede os lábios entreabertos. aproximo-me lentamente, nessa vertigem da antecipação. roço os meus lábios nos dela suavemente, num movimento contido de provocação, nessa necessidade de descoberta. a minha lingua percorre os lábios dela, beijamo-nos numa dança lenta, afundadas nesse calor, rendidas, numa intensidade crescente. encosto-a na parede, corpos apertados com vontade, a minha mão acaricia a coxa dela até se cravar numa nádega. ouvimos a porta ao lado a bater. será ele?

saimos e lavamos as mãos demoradamente. esperamos. a porta abre. é ele. sorrimos, cúmplices. olha-nos surpreso, uma interrogação a formar-se na expressão dele. retomamos o beijo interrompido, sob o seu olhar incrédulo, fixo sobre nós. ela encosta-me na parede. sobe o vestido, sobe a mão pelas minhas coxas, passa os dedos nas ligas lentamente. liberto as mamas dela, mamilos duros que aperto nas minhas mãos e não resisto lamber, prendê-los na minha boca. olho-o em convite. como podes resistir?? a hesitação é breve. ele aproxima-se, encosta o corpo dele no meu com convicção, atravessa as costas com a mão até acariciar as minhas nádegas enquanto me aperta as mamas com a outra mão. encostada na parede, entre dois corpos, sou a vossa puta, usem-me, abusem de mim. as mãos de ambos encontram-se, exploram cada recanto escaldante do meu sexo tão molhado, latejante. quatro mãos sobre o meu corpo, abandono-me, olhos semi-cerrados, deliro. quero mais!

subitamente entra um estranho nesse espaço que tomámos como nosso. esquecemos todas as pessoas que conversam ali tão perto dos nossos corpos, já do outro lado da parede, alheios às três pessoas que se exploram cheias de tesão. o estranho estaca, escandalizado com o cenário com que se depara e rapidamente se esconde na casa de banho. ela sorri, beija-me e afasta-se. fico eu e ele. e o desejo que nos alucina nesse vicio, nesse olhar vidrado. enquanto lhe beijo avidamente o pescoço, passo a mão sobre as calças, sinto aquele caralho quente, tão duro, desejoso de me penetrar. quero-o já! nas minhas mãos, no meu sexo, na minha boca, nas minhas nádegas, nas minhas mamas, em todo o lado ao mesmo tempo! quero-o todo!

o estranho abre a porta da casa de banho, hesitante, e sai apressado, nem pára para lavar as mãos. alguém nos chama lá fora, sobressaltado ou impaciente. algo se passou ou alguém se apercebeu das nossas aventuras. trocamos um olhar e recompomo-nos, beijamo-nos rapidamente e saimos.

o grupo já está a dispersar rumo ao próximo destino. acabo por lhe dar boleia. tranco-o no meu carro. sorriso provocador. acaricia a minha coxa, sobre as meias, até alcançar as minhas cuequinhas reduzidas. encosto o carro. afasto as pernas e o fino tecido molhado que me cobre. ele vê o quanto estou excitada, húmida, a desejar uma boa foda. toco-me sob o olhar fixo dele. dedos hábeis, rapidamente liberto o meu prazer, sem deixar de o olhar enquanto me venho entre gemidos, olhos semi-cerrados, ofegante. ele agarra a minha mão com força, enfia os dedos na boca e devora lentamente, demoradamente, saboreando cada recanto, extasiado. abre os olhos. beijamo-nos profundamente. adoro sentir o meu sabor, o meu cheiro na boca dele, na lingua dele, no corpo dele. olha-me fixamente, sorriso demoníaco e diz: és muito mulher!!

7.11.08

grito e esperneio. mordo o teu ombro. enfias os dedos na minha boca e colas-me à cama. sabe-me a sangue. mordes-me num beijo até a boca me latejar. cerro os lábios e viro a cara. tento arranhar-te e prendes os meus pulsos em dor. tentas dominar-me com o teu corpo. com a minha mama a transbordar da tua boca, sentes o metal na tua lingua. cravas os dedos nas minhas ancas e viras-me de costas. não resisto a arquear-me de rabo bem empinado. com uma mão empurras a minha cabeça contra a cama. a outra mão puxa-me contra ti. penetras-me de uma só vez sem hesitar entre gemidos. apertas a minha nádega até cravar as unhas. prendes os dedos no meu cabelo e puxas-me a cabeça para tràs. dentes cerrados, rosnas no meu ouvido

és a minha puta