um beijo roubado pelo prazer de o roubar, pelo prazer da transgressão. e já não há retorno. apertas-me contra ti, prendes-me sob o teu corpo, numa tesão incontrolável. solto as minhas mãos e solto o teu cinto rapidamente. agarro o teu sexo já tão duro, eu avisei-te que ele é meu! agora, neste instante, neste espaço somos só nós sem porquês, só porque temos vontade. empurro-te, afasto-te de mim e sorrio-te por um segundo numa troca de olhares alucinados. mergulho sobre o teu corpo, sem poder esperar mais. inspiras rápida e profundamente, susténs a respiração e fechas os olhos por um instante. desço a minha boca sobre o teu sexo, lentamente até ao fundo e subo novamente, deliciando-me a chupar a ponta carnuda. expiras num gemido, o meu cabelo preso na tua mão e olhas-me extasiado, vendo o meu prazer em lamber-te. sabes bem que adoro mamar-te. puxas-me para ti. monto-te e cavalgo-te. corpos presos, as tuas mãos cravadas nas minhas nádegas, subimos os dois numa espiral descontrolada. dedilho-me enquanto te fodo porque não aguento mais. e abandono-me, a cavalgar-te com força e venho-me no teu caralho, costas arqueadas, mãos apertam com demasiada força as grades atrás de ti, gemendo tudo o que me apetece. e vens-te na minha cona tão molhada e agora inundada, cara mergulhada nas minhas mamas que abafam os teus gemidos, dedos marcam com força a minha carne. caidos no corpo um do outro, ofegantes, beijamo-nos profundamente, satisfeitos. por agora.
E apercebemo-nos que somos observados.
E apercebemo-nos que somos observados.
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